Em breve palestra, a Dra. Gleise falou aos alunos do Colégio Estadual Olavo Bilac sobre o Comitê de Saúde Mental de Cantagalo
Hoje pela manhã a Dra. Gleise Elise das
Neves da Silva, Psicóloga das Secretarias de Saúde e de Educação e Presidente do
Comitê de Saúde Mental de Cantagalo, foi convidada para falar aos alunos do
Colégio Estadual Olavo Bilac sobre o Comitê.
Durante pouco mais de cinco minutos ela explicou o que é o
Comitê, as intituições que dele participam e os objetivos.
Assista:
A palestra foi o lançamento de uma campanha que o Colégio estará
promovendo a partir de hoje, visando o combate ao uso de drogas. A escolha da
data de inicio da campanha não foi por acaso. Hoje, 26 de junho, é o Dia
Internacional do Combate às Drogas. A Seguir, reproduzimos um texto, sem
definição de autoria e publicado no Portal UFGNet.
Combate às Drogas
A magnitude do problema do uso indevido de drogas, verificada
nas últimas décadas, ganhou proporções tão graves que hoje é um desafio da saúde
pública no país. Além disso, este contexto também é refletido nos demais
segmentos da sociedade por sua relação comprovada com os agravos sociais, tais
como: acidentes de trânsito e de trabalho, violência domiciliar e crescimento da
criminalidade.
Os motivos que podem levar uma pessoa a se entregar ao vício de
drogas são vários e vão desde a necessidade de aceitação por um grupo até um
problema de cunho familiar ou emocional. Da mesma forma são inúmeras as pessoas
que se aproveitam disso para traficar e obter lucros com as fraquezas
alheias.
Mas como resolver essa situação? O tráfico cresce porque cresce
o número de usuários de drogas.
Este número aumenta porque aumenta o tráfico de
drogas.
Isso significa que não adianta combater às drogas simplesmente
como um "problema de polícia".
Não adianta lutar contra o tráfico, enquanto crime, e esquecer
de lutar contra às causas que levam as pessoas ao consumo e a dependência
química. O combate às drogas deve se dar também no âmbito educacional,
psico-social, econômico e até mesmo espiritual.
Muitos setores da sociedade já perceberam isso e, em
conseqüência, aumentam as campanhas de combate às drogas e as organizações que
visam a recuperação de dependentes químicos e sua reintegração na sociedade.
Exemplo desse esforço social foi a campanha da Fraternidade de 2001, da Igreja
Católica, cujo tema foi, "Vida Sim, Drogas Não".
Saiba como agir - Tente conversar e mostrar ao dependente
químico quais os danos que o vício está causando na vida dele, bem como
apresentar-lhe soluções viáveis. Caso o viciado já esteja numa fase crônica, não
relute em encaminhá-lo para uma clínica de recuperação; mas não deixe de
comunicá-lo anteriormente.
A ajuda e as dicas de um profissional competente, como um
psicólogo ou psiquiatra, são de extrema importância para o próprio dependente e
para aqueles que têm que lidar com um. Outro fator relevante é tornar o
dependente ciente de seu comportamento quando está sob efeito da droga e as
conseqüências que ele traz para si e para as demais pessoas.